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quinta-feira, 31 de julho de 2008

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Arte com papéis

4 comentários

Olá amigos do meu coração!!!
Muito obrigada pelas visitas e carinho de todos vocês ♥♥♥

Segue algumas sugestões muito fofas de artes em papéis. Essas dicas eu encontrei na net em minhas andanças que volta e meia faço.

Clips Borboleta

Estes clips são fáceis e ficam um charme só...
Para fazer basta recortar um papel bem colorido que seja mais duro (usar o risco do molde abaixo), depois de recortado basta furar o papel com a ponta do clips e colocá-lo como na imagem.

Você também poderá usar sua criatividade e criar outras imagens.

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Que tal organizar suas fitas nesta caixinha prática?


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Rosas vermelhas de papel

Fácil fácil de fazer siga os passos das imagens abaixo:
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domingo, 27 de julho de 2008

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Doces Recordaçõess

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Com essas sugestões poderão ser confeccionados cartões ou álbuns para presentear o papai ou alguém especial:

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Recordações da família:
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segunda-feira, 21 de julho de 2008

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Elmer o Elefante

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Confira a história do elefantinho Elmer. Uma história muito legal para trabalhar a diversidade e a auto-estima das crianças:




domingo, 20 de julho de 2008

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Lembrancinha para o papai II

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Que tal confeccionar um chaveiro em forma de trofél para o papai?

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Ou esse avental de gourmet?
Colocar no bolso uma mensagem bem bonita:

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E que tal esse cartão tridimensional?
Achei na net e infelizmente não tenho moldes e nem o passo a passo da confecção mas fica aqui a sugestão:

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quinta-feira, 17 de julho de 2008

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Folclore II

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O modo de confeccionar é semelhante ao do Boi de Mamão.

Boitatá

Boi tatá ou boitatá

Na língua tupi, mboi significa cobra e tatá, fogo. Com o passar do tempo, a junção das duas palavras originou boitatá, ou seja, cobra de fogo. No nordeste, a lenda brasileira é incorporada pelo réptil. Já no Sul do país, o boitatá pode ganhar outras versões. Uma das mais conhecidas fala de um boi com grandes patas e um olho luminoso na testa. Cobra ou boi, permanece o consenso de que boitatá ou boi tatá é um protetor dos campos e matas contra as queimadas.

Confeccionar com tubos de papel higiênico.


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Fonte: Revista do Professor Sassá.

Compare os preços nas livrarias virtuais do Buscapé:

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terça-feira, 15 de julho de 2008

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Folclore

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Expressar tradições culturais, conhecimentos, lendas, crenças populares, contos e cantigas de modo lúdico é a melhor maneira de evidenciar o folclore para a garotada e fazer com que permaneça vivo nas gerações futuras.

Boi-de-mamão



A brincadeira do Boi existe no folclore brasileiro com diversos nomes: bumba-meu-boi, boi-bumbá, boi-de-reis, boizinho, boi-da-cara-preta, boi-pintadinho, etc. Conta-se que certa vez, em Santa Catarina, com pressa de se fazer uma cabeça para um boi de pano, foi usado um mamão verde, o que levou a denominar-se desde então de boi-de-mamão. Mas há quem contrarie essa versão dizendo vir o nome boi-mamão do boi que mana.




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Fonte: Revista do Professor Sassá.

sábado, 12 de julho de 2008

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Dia dos Pais

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quinta-feira, 10 de julho de 2008

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Folclore

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A lenda do preguiçoso

Diz que era uma vez um homem que era o mais preguiçoso que já se viu debaixo do céu e acima da terra. Ao nascer nem chorou, e se pudesse falar teria dito:
"Choro não. Depois eu choro".
Também a culpa não era do pobre. Foi o pai que fez pouco caso quando a parteira ralhou com ele: "Não cruze as pernas, moço. Não presta! Atrasa o menino pra nascer e ele pode crescer na preguiça, manhoso".
E a sina se cumpriu. Cresceu o menino na maior preguiça e fastio. Nada de roça, nada de lida, tanto que um dia o moço se viu sozinho no pequeno sítio da família onde já não se plantava nada. O mato foi crescendo em volta da casa e ele já não tinha o que comer. Vai então que ele chama o vizinho, que era também seu compadre, e pede pra ser enterrado ainda vivo. O outro, no começo, não queria atender ao estranho pedido, mas quando se lembrou de que negar favor e desejo de compadre dá sete anos de azar...
E lá se foi o cortejo. Ia carregado por alguns poucos, nos braços de Josefina, sua rede de estimação. Quando passou diante da casa do fazendeiro mais rico da cidade, este tirou o chapéu, em sinal de respeito, e perguntou:
"Quem é que vai aí? Que Deus o tenha!"
"Deus não tem ainda não, moço.
Tá vivo."
E quando o fazendeiro soube que era porque não tinha mais o que comer, ofereceu dez sacas de arroz. O preguiçoso levantou a aba do chapéu e ainda da rede cochichou no ouvido do homem:
"Moço, esse seu arroz tá escolhidinho, limpinho e fritinho?"
"Tá não."
"Então toque o enterro, pessoal."
E é por isso que se diz que é preciso prestar atenção nas crendices e superstições da ciência popular.
_______________________
Conto de Giba Pedroza,
ilustrado por Vitché


Plano de aula

Cultura popular: aulas ricas o ano todo



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Agosto é o mês dedicado ao folclore. Chame a família dos alunos e a comunidade para participar das pesquisas sobre esse tema tão rico. Afinal, é exatamente assim que a cultura popular se alimenta: das lembranças coletivas, da oralidade, da transmissão de rezas, simpatias, receitas e histórias. Outro exemplo da riqueza cultural do nosso povo são as superstições, como a citada no conto A Lenda do Preguiçoso, de Giba Pedroza, de São Paulo: se o pai cruza as pernas quando o filho nasce, a criança pode ficar "manhosa"!

A cultura popular deve estar entranhada no cotidiano escolar, como um tema transversal. Se isso ainda não é realidade para sua classe, inclua no planejamento atividades com parlendas, quadrinhas e ditados populares. Confira, a seguir, como utilizar o texto em classe. O plano de aula, para turmas de 3ª e 4ª séries, foi criado por Célia Regina Pereira do Nascimento, coordenadora da sala de leitura da Escola da Vila, em São Paulo.

Material necessário

uma caixa grande de papelão para montar um baú;

tintas ou papéis coloridos;

papéis para anotação das pesquisas e das quadrinhas;

grampeador;

fitas de cetim coloridas ou linha e agulha para bordar;

aparelho de som para tocar CDs ou fitas cassete.

Objetivos

Identificar elementos da cultura popular presentes no cotidiano de todos, dar significado e valor a esses elementos compreendendo suas características, suas conexões com o conhecimento escolar e suas formas de transmissão informais, estabelecer diálogos com pesoas de outras faixas etárias e outros grupos sociais, compreender como os pais, os avós e outros adultos da comunidade são sujeitos de transmissão da cultura popular e aplicar procedimentos de pesquisa de campo.

Um dedo de prosa
Que tal começar o trabalho convidando as crianças para uma conversa ao redor de uma fogueira imaginária? Leia para a turma A Lenda do Preguiçoso e explique que a narrativa foi escrita por um contador de histórias.
Peça que a turma pense sobre como as histórias, antigamente, eram transmitidas de geração a geração apenas de forma oral.
Pergunte: Quantas superstições estão presentes no conto de Giba Pedroza? Quantos personagens e objetos populares aparecem? E cenas do cotidiano? Cuidado para não fazer uma análise prévia do texto.
Agora, proponha que as crianças recuperem, com os pais ou avós, uma história real relativa ao universo familiar que envolva uma superstição?
Depois sugira que elas dramatizem A Lenda do Preguiçoso ou a recontem de outras maneiras.

O Baú da Sabedoria

Feita essa introdução, proponha a realização de um projeto com uma semana de duração. Logo na segunda-feira lance o Baú de Sabedoria Popular — se a turma preferir, pode batizá-lo com outro nome.
Ajude o grupo a definir o que colocar dentro dele: provérbios, simpatias, superstições, ditados, receitas...
Explique aos pequenos que eles devem realizar a pesquisa como os folcloristas, saindo para coletar dados. As informações obtidas em casa, com parentes e amigos, e na escola, com funcionários e professores, devem ser anotadas antes de ir para o baú.
Só na sexta-feira todos participam da abertura do baú e socializam o que foi recolhido.
O resultado pode ser um mural ou um livro de colagens, com páginas grandes, como se fosse um daqueles almanaques antigos.

Hora de escrever um livro

Agora é o momento de montar um Livro de Ouro de Quadrinhas. Conte que o livro de ouro é o precursor das agendas (ou diários) de estudante, com textos e bilhetes de amigos.
Para a versão aqui proposta, cada aluno deve trazer uma quadrinha popular pesquisada em casa, na memória familiar ou nos livros da biblioteca, devidamente transcrita (com letras grandes e bonitas) numa folha de papel. A página deve ganhar um desenho ou uma borda enfeitada, como nos livros antigos.
Para montar o livro, grampeiam-se as folhas. Os grampos são escondidos por uma fita de cetim. Se possível, perfure e costure o volume com linha de bordar. Ele vai ficar um charme.
O livro pronto pode permanecer na sala de leitura ou na classe, para consulta. A garotada pode ainda fazer um sarau para os colegas menores.

Todos vão soltar a voz

Cantar sempre foi uma das máximas expressões populares dos povos. A garotada pode pesquisar as cantigas que pais e avós cantavam em casa, as músicas mais queridas pela família etc.
O Brasil é um país muito grande e, por isso, as expressões musicais são diferentes em cada região. Se a família da meninada é de diferentes lugares, será fácil pesquisar e selecionar ritmos variados, como forrós no Nordeste ou sambas e chorinhos do Sudeste.
Os alunos podem trazer fitas cassete e CDs com as letras (vá até a banca mais próxima e compre um exemplar de ESCOLA com o CD Músicas Folclóricas 2, que custa só 4,99 reais). Não esqueça: a família também é ótima fonte de pesquisa para esta seqüência.
Para concluir o trabalho, organize um festival de cantigas de roda.

Quer saber mais?

Contatos

Escola da Vila, R. Alfredo Mendes da Silva, 55, 05525-000, São Paulo, SP, tel. (11) 3751-5255

BIBLIOGRAFIA

Antologia do Folclore Brasileiro, Luis da Câmara Cascudo, 352 págs. (vol. 1), 336 págs. (vol. 2), Ed. Global, tel. (11) 3277-799, 49 reais cada um
Armazém do Folclore, Ricardo Azevedo, 128 págs., Ed. Ática, tel. (11) 3346-3000, 17,50 reais
Meu Livro de Folclore, Ricardo Azevedo, 72 págs., Ed. Ática, 17,50 reais


Fonte: RevistaNova Escola

terça-feira, 8 de julho de 2008

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Mensagem Para o Papai

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O Nó do Afeto

Em uma reunião de pais, numa Escola da periferia,
a Diretora
ressaltava o apoio
que os pais devem dar aos filhos.
Pedia-lhes,
também, que se fizessem
presentes o máximo de tempo possível.

Ela entendia que, embora a maioria dos pais e mães daquela
comunidade trabalhassem fora,
deveriam achar um tempinho para se

dedicar e entender as crianças.
Mas a Diretora ficou muito surpresa quando um pai se
levantou e explicou, com seu jeito humilde,
que ele não tinha
tempo
de falar com o filho, nem de vê-lo, durante a semana.

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Quando ele saía para trabalhar, era muito cedo e o filho
ainda estava dormindo.
Quando voltava do serviço era muito tarde e

o garoto não estava mais acordado.
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Explicou, ainda, que tinha de trabalhar assim para prover
o sustento da família. Mas ele contou, também,
que isso o deixava
angustiado por não ter tempo
para o filho e que tentava se redimir

indo beijá-lo todas as noites quando chegava em casa.
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E, para que o filho soubesse da sua presença, ele dava um
nó na ponta do lençol que o cobria.
Isso acontecia, religiosamente, todas as noites quando ia
beijá-lo. Quando o filho acordava e via o nó,
sabia, através dele,
que o pai
tinha estado ali e o havia beijado. O nó era o meio de

comunicação entre eles.
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A Diretora ficou emocionada com aquela história singela e
emocionante. E ficou surpresa quando constatou
que o filho desse
pai era um dos melhores alunos da escola.
O fato nos faz refletir sobre as muitas maneiras de um pai
ou uma mãe se fazerem presentes ,
de se comunicarem com o filho.

Aquele pai encontrou a sua, simples, mas eficiente.
E o mais
importante é
que o filho percebia, através do nó afetivo,
o que o
pai estava lhe dizendo.
Por vezes, nos importamos tanto com a forma de dizer as
coisas e esquecemos o principal, que é
a comunicação através do
sentimento.
Simples gestos como
um beijo e um nó na ponta do
lençol,
valiam, para aquele filho, muito mais que
presentes ou
desculpas vazias.
É válido que nos preocupemos com nossos filhos, mas é
importante que eles saibam, que eles sintam isso.
Para que haja a
comunicação,
é preciso que os filhos "ouçam" a linguagem do nosso

coração, pois em matéria de afeto,
os sentimentos sempre falam

mais alto que as palavras.
É por essa razão que um beijo, revestido do mais puro
afeto, cura a dor de cabeça, o arranhão no joelho,
o ciúme do bebê
que roubou o colo,
o medo do escuro. A criança pode não entender o

significado de muitas palavras, mas sabe
registrar um gesto de
amor.
Mesmo que esse gesto seja apenas um nó.
Um nó cheio de afeto
e carinho.
E você... Já deu algum nó afetivo
no lençol do seu filho, hoje?



Autor: desconhecido

domingo, 6 de julho de 2008

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Lembrancinhas para o dia dos pais

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Porta-retrato em EVA:

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Troféu em EVA:

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Porta-chaves:


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Porta-retrato com palitos de picolé:

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quinta-feira, 3 de julho de 2008

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